No último domingo comemoramos o Dia dos Pais e então senti a necessidade de  compartilhar com vocês sobre a paternidade. Confira! 

Socialmente falando, temos várias concepções de pai: o presente, o ausente, o carinhoso, aquele dedicado, o agressivo e por aí vai. Já a mãe, tem o papel definido, gesta, dá à luz, amamenta e, na maior parte das vezes, cuida, protege e contribui para a formação humana deste filho. É comum ouvir: mãe é mãe!

Todos esses fatores contribuem fundamentalmente para que os laços sejam naturalmente mais fortes com a mãe. Para a criança é necessário primeiramente reconhecer-se nos pais e ser reconhecida por eles, para a construção de sua identidade. Então o papel da figura de pai é de extrema importância.

O desenvolvimento emocional positivo e seguro dos filhos está diretamente ligado à relação que ele possui com os pais. Somos responsáveis por auxiliá-los a lidar bem com as diversas situações da vida. Eles precisam crescer em um lar no qual haja apoio incondicional, conforto e proteção.

Pensando neste contexto, o papel da mãe já costuma ser percebido, mesmo porque a mulher naturalmente se vincula com os filhos desde a gestação.

Já para o pai, este é um processo que precisa ser construído através de um desejo consciente de aproximação aos filhos desde pequenos.

É a partir da interação com o pai, que a criança começa a descobrir a relação com o mundo e a desenvolver mais segurança para explorá-lo.

A autoridade do pai deve ser utilizada para dar orientações seguras e gerar confiança e independência.

O compromismo dos genitores e a capacidade de definirem em conjunto a educação dos filhos, possibilitará um modelo de crescimento saudável, com uma base estrutural para que cada filho seja um adulto maduro e cada vez mais capaz de fazer escolhas assertivas.

A paternidade moderna

O papel do pai diante da criação dos filhos mudou muito ao longo do tempo devido às transformações sociais, culturais e familiares.

Aquele rótulo posto de que um pai deveria ser alguém autoritário, que tinha o papel apenas de prover financeiramente a casa e “colocar a comida na mesa” já não se encaixa nos padrões vivenciados hoje.

Agora é possível ao pai participar mais de tarefas domésticas, enquanto a mulher constrói seu espaço no mercado de trabalho.

Os homens precisam compreender que também participam da educação da criança e quanto mais o pai entrar em sintonia e participar ativamente das tarefas que envolvem seu filho, mais ele poderá influenciá-lo com seus valores. Toda criança aprende o que vê as pessoas fazendo, principalmente aquelas que são suas referências.

Um pai participativo, que se envolve na criação e nos cuidados do filho, é importante para a família toda. E também é excelente para o homem, pois  descobre uma nova forma de viver o amor paternal.

Um forte abraço!

Espaço Entre Olhares (031) 98814-7288

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